Estrutura da W.Q.
Estrutura da W.Q.
“ A arte é um fenómeno intrínseco à espécie humana. Um voo liberto e incontido pelo homem. A arte é um principio ajustado, àqueles que a fazem. È um fenómeno de intimidade ainda não entendido. Mas também é um acto de comunicação, aliás o interesse sôfrego da comunicação cai no final da primeira infância acompanhando o uso da fala.”(…)
Introdução
O objectivo do trabalho que vos proponho, visa analisar e problematizar o fenómeno estético, á luz de um artista consagrado.
Seria interessante partirem das vossas experiências estéticas, nomeadamente dos trabalhos realizados no curso de DESIGN C. E MULTIMÉDIA.
Tarefa
Processo
Os estudantes devem realizá-lo individualmente, numa primeira fase, depois organizarem grupos de trabalho para recolherem algumas imagens.
O trabalho far-se-á durante quinze dias. Todos eles serão apresentados a outras turmas.
Recursos
-Internet: www.filorbis.no.sapo.pt
-Bibliografia temática:
· Almeida, Aires, «Estética», «Teoria do belo», «Teoria do gosto», «Experiência estética», «Juízo estético», «Objectivismo estético» e «Subjectivismo estético», in Dicionário Escolar de Filosofia (Plátano, 2003).
· Graham, Gordon, «Arte e Prazer» in Filosofia das Artes (Edições 70, 2001).
-P.Point
Avaliação
Efectividade motivacional da introdução
Efectividade cognitiva da introdução
Nível cognitivo da tarefa
Sofisticação técnica da tarefa
Clareza do processo
Riqueza do processo
Quantidade dos recursos
Qualidade dos recursos
Clareza dos critérios avaliativos
Conclusão/ Reflexão
Na realidade os estudantes mostraram-se bastante interessados em aceitar o desafio de, partindo de experiências pessoais, problematizarem o fenómeno estético, recorrendo a um artista de renome internacional.
Foi importante a pesquisa on-line, bem como a síntese elaborada para compreender a essência da obra de arte, mas também a comunicação aos colegas das várias turmas.
O caminho a seguir, para criar interacções apropriadas a esta temática, exige uma busca continuada de estudos de autores consagrados, fora das enciclopédias tradicionais, para que exista uma percepção do «fenómeno de intimidade ainda não entendido», mas que, como diz F. Lanhas, se transforme num «acto de comunicação».
“ A arte é um fenómeno intrínseco à espécie humana. Um voo liberto e incontido pelo homem. A arte é um principio ajustado, àqueles que a fazem. È um fenómeno de intimidade ainda não entendido. Mas também é um acto de comunicação, aliás o interesse sôfrego da comunicação cai no final da primeira infância acompanhando o uso da fala.”(…)
Introdução
O objectivo do trabalho que vos proponho, visa analisar e problematizar o fenómeno estético, á luz de um artista consagrado.
Seria interessante partirem das vossas experiências estéticas, nomeadamente dos trabalhos realizados no curso de DESIGN C. E MULTIMÉDIA.
Tarefa
Processo
Os estudantes devem realizá-lo individualmente, numa primeira fase, depois organizarem grupos de trabalho para recolherem algumas imagens.
O trabalho far-se-á durante quinze dias. Todos eles serão apresentados a outras turmas.
Recursos
-Internet: www.filorbis.no.sapo.pt
-Bibliografia temática:
· Almeida, Aires, «Estética», «Teoria do belo», «Teoria do gosto», «Experiência estética», «Juízo estético», «Objectivismo estético» e «Subjectivismo estético», in Dicionário Escolar de Filosofia (Plátano, 2003).
· Graham, Gordon, «Arte e Prazer» in Filosofia das Artes (Edições 70, 2001).
-P.Point
Avaliação
Efectividade motivacional da introdução
Efectividade cognitiva da introdução
Nível cognitivo da tarefa
Sofisticação técnica da tarefa
Clareza do processo
Riqueza do processo
Quantidade dos recursos
Qualidade dos recursos
Clareza dos critérios avaliativos
Conclusão/ Reflexão
Na realidade os estudantes mostraram-se bastante interessados em aceitar o desafio de, partindo de experiências pessoais, problematizarem o fenómeno estético, recorrendo a um artista de renome internacional.
Foi importante a pesquisa on-line, bem como a síntese elaborada para compreender a essência da obra de arte, mas também a comunicação aos colegas das várias turmas.
O caminho a seguir, para criar interacções apropriadas a esta temática, exige uma busca continuada de estudos de autores consagrados, fora das enciclopédias tradicionais, para que exista uma percepção do «fenómeno de intimidade ainda não entendido», mas que, como diz F. Lanhas, se transforme num «acto de comunicação».
Ver «Portugal , de alguns portugueses, à lupa espanhgola» de A .Roskoff.
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